Dev is back

Not devil, development.

Após longo tempo sem postar, acho que agora é a hora. Voltar a trabalhar com desenvolvimento é muito bom, e me proporcionando muitas oportunidades pra aprender novas coisas.

Após dois anos de desenvolvimento PL/SQL, sendo os últimos seis meses mais especificamente com gerência de testes, volto ao universo do desenvolvimento – .NET, C#, WCF, Workflow Foundation, Silverlight e outras coisas mais.

Estou bolando alguns artigos para publicar aqui, aguardem (quem?).

As virtudes de um craque: Nilmar

The unfeasible adventures of Beaver and Steve

Uma das coisas que eu mais gosto na internet são webcomics. Na verdade sempre gostei muito de quadrinhos, mas nunca li regularmente nenhum – sempre achei caro demais frente ao meu grau de mão-de-vaquice.

A internet se mostrou a mídia ideal para o que eu queria: quadrinhos, sem perder muito tempo, e de graça.

Atualmente leio cerca de 50 webcomics diferentes, dos quais ao menos 20 regularmente. Diante disso, achei que seria legal compartilhar algum pelos quais me interesso.

Um dos que leio a mais tempo é The unfeasible adventures of Beaver and Steve, que conta as aventuras de um castor (Beaver) e seu amigo lagarto/dinossauro/jacaré/réptil-a-sua-escolha Steve.

O quadrinho se organiza em pequenas histórias, compostas geralmente por cinco ou seis atualizações, entretanto não sendo tão raro apenas tirinhas. Infelizmente, a quantidade de atualizações de Beaver and Steve se reduziu bastante, passando de diário para por volta de semanal.

Enquanto Beaver é um personagem racional e organizado, Steve é a personificação (reptilização?) da impulsividade e imprevisibilidade. E esses são ingredientes perfeitos para uma das características que mais busco em quadrinhos de humor, que eu chamo de comédia do absurdo (acho que é possível deduzir o que seja pelo nome).

Além dos protagonistas, existe uma série de personagens recorrentes como o Conde Drácula, o próprio criador do quadrinho (James Turner) e os terríveis pandas – inimigos mortais do Steve.

É diversão garantida, e excelente pedida pra começar a ler webcomics. Pra quem quiser conferir: www.beaverandsteve.com.

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The Skatalites!

Na quinta-feira (sexta na verdade, visto que o show atrasou bastante), vi tocar aqui em Curitiba, no Espaço Callas, uma das bandas que mais queria assistir: The Skatalites. Seria uma chance praticamente única de vê-los ao vivo (quando vieram ano passado para São Paulo e eu não fui, achei que tinha perdido a chance da minha vida), e eu sabia que o investimento valeria à pena.

Foram R$ 80,00 e poucas horas de sono que valeram totalmente. Quase 50 anos tocando e os velhinhos jamaicanos mataram à pau, em praticamente duas horas de show.

Que a instrumentação é perfeita é desnecessário falar. Fenomenal também foi a passagem de som; já foi um show à parte. Trombonista, trompetista e saxofonistas tocando junto músicas que o DJ tocava.

Mas o que realmente me impressionou foi a presença de palco, a energia apresentada – 70 anos, minha gente – e claro, as dancinhas.

E dançar foi algo que não faltou naquele show. Foi extremamente empolgante, skazera dançante de primeira, impossível ficar parado.

Não bastasse tudo isso, ainda pude observar a Doreen cantando bem na minha frente – sim, eu estava grudado no palco. Uma elegante senhora com uma voz de menina, cantando com toda emoção. Don’t Stay Away foi de arrepiar.

Resultado disso tudo: o melhor show que eu fui na minha vida. Quem não foi, se arrependa. E reze pra que eles voltem, e então não perca. Porque aquele show valeu cada segundo.

Para os que não foram, segue um gostinho de James Bond, que eu mesmo filmei:

Aproveitem também e vejam as fotos que tirei do show no meu álbum no flickr e a página do evento no Last.fm.

Como se faz um goleiro

David Coimbra, em sua coluna para a Zero Hora, escreveu uma bela crônica sobre a trajetória do Manga, dos dedos tortos e que não usava luvas, o melhor goleiro que o Inter já teve.

O Atlético Paranaense estava sendo festejado, indagorinha, por ter vencido 12 partidas em seqüência. Em 1974, o Inter conquistou o Gauchão vencendo TODOS os 18 jogos do campeonato. Manga levou só dois gols. Como quisesse mostrar sua agilidade, impacientava-se com os atacantes do Interior. Um pegava na bola, ele gritava de debaixo das traves:

- Chuta! Chuta!

O texto faz parte de uma série de textos que o colunista fará sobre todas as posições entre as quatro linhas.

Vale a pena ser lido por colorados e amantes do futebol em geral.

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