inicio mail me! sindicaci;ón

Archive for April, 2008

The unfeasible adventures of Beaver and Steve

Uma das coisas que eu mais gosto na internet são webcomics. Na verdade sempre gostei muito de quadrinhos, mas nunca li regularmente nenhum – sempre achei caro demais frente ao meu grau de mão-de-vaquice.

A internet se mostrou a mídia ideal para o que eu queria: quadrinhos, sem perder muito tempo, e de graça.

Atualmente leio cerca de 50 webcomics diferentes, dos quais ao menos 20 regularmente. Diante disso, achei que seria legal compartilhar algum pelos quais me interesso.

Um dos que leio a mais tempo é The unfeasible adventures of Beaver and Steve, que conta as aventuras de um castor (Beaver) e seu amigo lagarto/dinossauro/jacaré/réptil-a-sua-escolha Steve.

O quadrinho se organiza em pequenas histórias, compostas geralmente por cinco ou seis atualizações, entretanto não sendo tão raro apenas tirinhas. Infelizmente, a quantidade de atualizações de Beaver and Steve se reduziu bastante, passando de diário para por volta de semanal.

Enquanto Beaver é um personagem racional e organizado, Steve é a personificação (reptilização?) da impulsividade e imprevisibilidade. E esses são ingredientes perfeitos para uma das características que mais busco em quadrinhos de humor, que eu chamo de comédia do absurdo (acho que é possível deduzir o que seja pelo nome).

Além dos protagonistas, existe uma série de personagens recorrentes como o Conde Drácula, o próprio criador do quadrinho (James Turner) e os terríveis pandas – inimigos mortais do Steve.

É diversão garantida, e excelente pedida pra começar a ler webcomics. Pra quem quiser conferir: www.beaverandsteve.com.

Ouvindo: Rollins Band – What's the Matter Man

The Skatalites!

Na quinta-feira (sexta na verdade, visto que o show atrasou bastante), vi tocar aqui em Curitiba, no Espaço Callas, uma das bandas que mais queria assistir: The Skatalites. Seria uma chance praticamente única de vê-los ao vivo (quando vieram ano passado para São Paulo e eu não fui, achei que tinha perdido a chance da minha vida), e eu sabia que o investimento valeria à pena.

Foram R$ 80,00 e poucas horas de sono que valeram totalmente. Quase 50 anos tocando e os velhinhos jamaicanos mataram à pau, em praticamente duas horas de show.

Que a instrumentação é perfeita é desnecessário falar. Fenomenal também foi a passagem de som; já foi um show à parte. Trombonista, trompetista e saxofonistas tocando junto músicas que o DJ tocava.

Mas o que realmente me impressionou foi a presença de palco, a energia apresentada – 70 anos, minha gente – e claro, as dancinhas.

E dançar foi algo que não faltou naquele show. Foi extremamente empolgante, skazera dançante de primeira, impossível ficar parado.

Não bastasse tudo isso, ainda pude observar a Doreen cantando bem na minha frente – sim, eu estava grudado no palco. Uma elegante senhora com uma voz de menina, cantando com toda emoção. Don’t Stay Away foi de arrepiar.

Resultado disso tudo: o melhor show que eu fui na minha vida. Quem não foi, se arrependa. E reze pra que eles voltem, e então não perca. Porque aquele show valeu cada segundo.

Para os que não foram, segue um gostinho de James Bond, que eu mesmo filmei:

Aproveitem também e vejam as fotos que tirei do show no meu álbum no flickr e a página do evento no Last.fm.

Ouvindo: Skamakozi – Drink Some Shampoo